sábado, 30 de abril de 2011

FLORES AO TRABALHADOR!!




Hoje é o dia primeiro de maio
Trago flores dentro de um balaio
Para todos os trabalhadores,
Que sentiram as dores.

De um salário insuficiente,
De stress e pressão na mente!
Trago flores para um trabalhador,
Que trabalha com ardor e dor.

Para não perder o seu emprego,
Que garante parte do seu sossego!
Atualmente querem impedir o seu sucesso
Querem votar uma ementa no congresso.

Para tirar os seus direitos,
Que são quase perfeitos!
Querem tirar o seu décimo terceiro
De um jeito muito traiçoeiro!

Querem tirar seu seguro desemprego
Que trará dor de cabeça e desapego!
Trago flores ao trabalhador
Neste dia cheio de furor!

Que este delicado amor – perfeito,
Traga a sorte de uma esperança,
Que ele não deixe a política tirar o seu direito,
E que a justiça não fique só na lembrança!

Hoje é o dia primeiro de maio
Trago flores dentro de um balaio
Para todos os trabalhadores,
Que sentiram as dores.

(Luciana do Rocio Mallon )

sexta-feira, 22 de abril de 2011

A BARRAGEM PASSAGEM DAS TRAIRAS JÁ ESTÁ SANGRANDO


Está é a barragem Passagem das Trairas situada nos munícipios de Caicó e São José do Seridó. Hoje atingiu a sua sangria.

o inverno traz alegria
vemos os reservatórios
atingindo a sangria
lindo de observar
os campos verdes
despertanto o nosso olhar

quinta-feira, 21 de abril de 2011

O TEMPO DO ROMANTISMO



O tempo da jovem guarda
não podemos esquecer
época do romantismo
amor e muito prazer
havia sinceridade
músicas sem ambiguidade
verdadeiras pode crer

tempo da maturidade
mais respeito existia
as músicas de Roberto Carlos
sucesso grande fazia
o amante a moda antiga
coisas jamais esquecida
que nos traz melancolia

os namoros desse tempo
eram cheios de pureza
moça e rapaz namoravam
sem malicia só clareza
não existia o ficar
namorava pra casar
com muito amor e firmeza

tinha bonitas canções
tocando suavidade
uma letra verdadeira
sem haver ambiguidade
traduzindo paz e amor
sem expressar o terror
como essas da atualidade

as emoções se expressavam
por gestos e poesia
os abraços verdadeiros
nos trazendo alegria
o tempo bom do passado
hoje tudo está mudado
velhos tempos velhos dias

velhos tempos velhos dias
quero agora recordar
anos sessenta e setenta
quis nessa rima expressar
o tempo do romantismo
parecia um paraíso
ver as noites de luar

e assim eu descrevi
o tempo da jovem guarda
onde o rei Roberto Carlos
seu calhambeque cantava
Wanderley também cantou
Ronnie von fazia shoW
a música a praça cantava

Ao passado e ao presente
Se fazendo uma analogia
As mudanças transformaram
Os sentimentos que havia
A nossa modernidade
Não tem mais sinceridade
Tudo é pura fantasia

terça-feira, 19 de abril de 2011

CHUVA!!



Vejo a chuva despertando a natureza
Chuva fina caindo sobre os galhos
Vai despertando a nobreza
Logo cedinho o orvalho
Caindo sobre a terra fria
Nos embalando alegria
Da divina natureza

Como é bonito se ver
Os pingos sobre os telhados
Deixando tudo molhado
A natureza a sorrir
Um encanto sem igual
Pelo ciclo natural
A natureza a florir

Em cada gota que cai
Um encanto uma emoção
Cheiro de terra molhada
Chega aquece o coração
Um sinal bom de fartura
Para o povo do sertão

Chuva que cai em gotinhas
Me deixando a observar
O paraíso encantado
Que na terra vai formar
Um arco íris de cores
se mistura com as flores
pra nossos olhos encantar

segunda-feira, 18 de abril de 2011

18 de abril "DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL"




"Um país se faz com homens e livros"
(Monteiro Lobato)


José Bento Monteiro Lobato nasceu em 18 de abril de 1882, em Taubaté, no Vale do Paraíba. Estreou no mundo das Letras com pequenos contos para os jornais estudantis dos colégios Kennedy e Paulista.

No curso de Direito da Faculdade do Largo São Francisco, em São Paulo, dividiu-se entre suas principais paixões: escrever e desenhar. Colaborou em publicações dos alunos, vencendo um concurso literário, promovido em 1904 pelo Centro Acadêmico XI de Agosto.

Morou na república do Minarete, liderou o grupo de colegas que formou o "Cenáculo" e mandou artigos para um jornalzinho de Pindamonhangaba, cujo título era o mesmo daquela república de estudantes.

Nessa fase de sua formação, Lobato realizou as leituras básicas e entrou em contato com a obra do filósofo alemão Nietzsche, cujo pensamento o guiaria vida afora.

Viveu um tempo como fazendeiro e foi editor de sucesso. Mas foi como escritor infantil que Lobato despertou para o mundo em 1917.

Escreveu, nesse período, sua primeira história infantil, "A menina do Narizinho Arrebitado". Com capa e desenhos de Voltolino, famoso ilustrador da época, o livrinho, lançado no natal de 1920, fez o maior sucesso. Dali nasceram outros episódios, tendo sempre como personagens Dona Benta, Pedrinho, Narizinho, Tia Anastácia e, é claro, Emília, a boneca mais esperta do planeta.

Insatisfeito com as traduções de livros europeus para crianças, ele criou aventuras com figuras bem brasileiras, recuperando costumes da roça e lendas do folclore nacional. E fez mais: misturou todos eles com elementos da literatura universal da mitologia grega, dos quadrinhos e do cinema.

No Sítio do Picapau Amarelo, Peter Pan brinca com o Gato Félix, enquanto o Saci ensina truques a Chapeuzinho Vermelho no país das maravilhas de Alice. Mas Monteiro Lobato também fez questão de transmitir conhecimentos e ideias em livros que falam de história, geografia e matemática, tornando-se pioneiro na literatura paradidática - aquela em que se aprende brincando.

Trabalhando a todo vapor, Lobato teve que enfrentar uma série de obstáculos. Primeiro, foi a Revolução dos Tenentes que, em julho de 1924, paralisou as atividades da sua empresa durante dois meses, causando grande prejuízo. Seguiu-se uma inesperada seca, obrigando a um corte no fornecimento de energia. O maquinário gráfico só podia funcionar dois dias por semana.

E, numa brusca mudança na política econômica, Arthur Bernardes desvalorizou a moeda e suspendeu o redesconto de títulos pelo Banco do Brasil. A conseqüência foi um enorme rombo financeiro e muitas dívidas. Só restou uma alternativa a Lobato: pedir a autofalência, apresentada em julho de 1925. O que não significou o fim de seu ambicioso projeto editorial, pois ele já se preparava para criar outra empresa.

Assim surgiu a Companhia Editora Nacional. Sua produção incluía livros de todos os gêneros, entre eles traduções de Hans Staden e Jean de Léry, viajantes europeus que andaram pelo Brasil no século XVI. Lobato recobrou o antigo prestígio, reimprimindo na empresa sua marca inconfundível: livros bem impressos, com projetos gráficos apurados e enorme sucesso de público.

Sofreu perseguições políticas na época da ditadura, porém conseguiu exílio político em Buenos Aires. Lobato estava em liberdade, mas enfrentava uma das fases mais difíceis da sua vida. Perdeu Edgar, o filho mais velho, e presenciou o processo de liquidação das companhias que fundou e, o que foi pior, sofreu com a censura e atmosfera asfixiante da ditadura de Getúlio Vargas.

Partiu para a Argentina, após se associar à Brasiliense e editar suas "Obras Completas", com mais de dez mil páginas, em trinta volumes das séries adulta e infantil. Regressou de Buenos Aires em maio de 1947 para encontrar o país às voltas com situações conflituosas do governo Dutra. Indignado, escreveu "Zé Brasil".

No livro, o velho "Jeca Tatu", preguiçoso incorrigível, que Lobato depois descobriu vítima da miséria, vira um trabalhador rural sem terra. Se antes o caipira lobatiano lutava contra doenças endêmicas, agora tinha no latifúndio e na distribuição injusta da propriedade rural seu pior inimigo. Os personagens prosseguiam na luta. Porém, seu criador já estava cansado de tantas batalhas. Monteiro Lobato sofreu dois espasmos cerebrais e, no dia 4 de julho de 1948, virou "gás inteligente" - o modo como costumava definir a morte.
Monteiro Lobato foi-se aos 66 anos de idade, deixando uma imensa obra para crianças, jovens e adultos e o exemplo de quem passou a existência sob a marca do inconformismo.

Pesquisa no site www.lobato.com.br

A CIDADE QUE SE AMA ESTÁ PASSANDO ESSE DRAMA

LIXO AO LADO DO POSTO DE SAÚDE DO VILA DO PRÍNCIPE





Situada no sertão
da região Seridó
Uma cidade acolhedora
nossa querida Caicó
Hoje está abandonada
Lixo e ruas esburacadas
A cidade que se ama
Está passando esse drama

O progresso não existe
Um povo que não exige
Tudo no tempo parou
Todo mundo se conformou
A cidade não progride
Anda pra trás e regride
A cidade que se ama
Está passando esse drama

É doloroso se ver
Pois só assim pode crer
O que está acontecendo
Os rios estão morrendo
É grande a poluição
No nosso belo torrão
A cidade que se ama
Está passando esse drama

Os serviços essenciais
Como são os principais
Saúde e educação
Pra servir a população
Deixam muito a desejar
Escolas querendo desabar
A cidade que se ama
Está passando esse drama

A população padece
O gestor de tudo esquece
A coleta não tem mais
Lixo que não acaba mais
Não existe saneamento
Muito menos calçamento
A cidade que se ama
Está vivendo esse drama

domingo, 17 de abril de 2011

FUNDEB tem reajuste

Foram publicados no Diário Oficial da União (DOU) da última quinta-feira, 8 de abril, os dados do reajuste que ocorrerá nas contas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB) neste mês. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) apurou que o ajuste irá gerar débitos apenas no Amazonas, e excepcionalmente, créditos aos Municípios do Rio Grande do Norte.

O ajuste acarretará a realização de créditos e débitos nas contas do FUNDEB de Estados e Municípios. Os 62 Municípios do Amazonas terão um débito que totaliza R$ 13,6 milhões. Já os 1.694 Municípios dos Estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco e Piauí terão créditos no montante de R$ 743,3 milhões.


Rio Grande do Norte


Devido às variações ocorridas nas receitas do FUNDEB em 2010, um novo Estado foi incluído entre os que necessitavam dos recursos da complementação da União em 2010, o Rio Grande do Norte. Nesse Estado, os créditos aos Municípios totalizam R$ 9,9 milhões. Cabe ressaltar que o Rio Grande do Norte não está incluído entre os beneficiados com recursos federais em 2011.


De acordo com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), antes do final deste mês, os lançamentos serão realizados nas contas do FUNDEB. A CNM alerta os gestores municipais para que tomem conhecimentos dos lançamentos a crédito ou a débito em suas contas, e reorganizem o planejamento municipal da área da educação.


Com os novos dados, o MEC teve de refazer o cálculo do montante de recursos do FUNDEB, dos valores por aluno/ano e do valor da complementação da União. Devido ao aumento da receita, a complementação da União ao Fundo, que foi de R$ 6,9 bilhões em 2010, ficou abaixo dos 10% do total da arrecadação de Estados e Municípios previstos pela Lei do fundo.


Por este motivo, a União teve que acrescentar recursos ao Fundo, a título de complementação.


Fonte: CNM